Pode-se dizer que o consumo diário deve ser entre 80 a 100 gramas. É bom lembrar que sem uma correta mineralização o animal não desenvolverá todo seu potencial, portanto é recomendável a avaliação de um especialista para indicar a melhor mistura para o rebanho.

O uso de minerais na seca

A lógica é que as exigências de minerais para manter ou perder peso é baixa, e que na seca não adianta suplementar com minerais se outros nutrientes não forem supridos. O conceito importante é o seguinte: Quanto maior a produção, maior a necessidade de nutrientes, inclusive de minerais. Por isso que a época que mais se deve preocupar com a suplementação de minerais é nas águas.

Na seca, também é importante suplementar, mas usando sal com proteinado ou com adição de ureia, resolvendo primeiro o fator mais limitante, explica o pesquisador da Embrapa Sérgio Raposo. “O que acontece na seca é que não adianta fornecer apenas os minerais, pois o nutriente mais limitante é a proteína”.

Apesar de ser um ponto fundamental ao sistema de produção, ter boa massa de forragem não garantirá desempenho satisfatório dos animais, caso não seja utilizado o suplemento correto no cocho. Isso porque, um pasto diferido, apesar de ter oferta de forragem, apresenta baixo teor proteico e alta quantidade de fibra, o que resulta em baixa atividade dos microrganismos ruminais e redução da taxa de passagem. Sendo assim, um animal em pasto seco, além da dificuldade da oferta de alimento, apresenta baixo consumo devido a redução da taxa de fermentação do ambiente ruminal.

Fonte: Milkpoint

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